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Pixote completa 25 anos de carreira e ressalta raiz pagodeira: “não nos prostituímos”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Pixote no Morning Show - 05/12/2017

Pixote completa 25 anos de carreira e ressalta raiz pagodeira

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Pixote completa 25 anos de carreira e ressalta raiz pagodeira

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

Fonte: Johnny Drum/Jovem Pan

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Pixote completa 25 anos de carreira e ressalta raiz pagodeira

O grupo Pixote irá completar 25 anos de carreira em 2018, mantendo-se fiel ao estilo que os consagrou no início da década de 1990. Em entrevista ao Morning Show desta terça-feira (5), o vocalista Dodô afirmou que a banda é a única de São Paulo a ter mantido sua formação original e que não precisou se “prostituir” para buscar sucesso.

“O que prevaleceu foi a nossa união. Grupo é complicado e antigamente todos tinham o lance de o vocalista se lançar em carreira solo. Somos o único grupo de São Paulo que manteve a formação original. Não nos prostituímos para fugir do nosso lado musical. Quem faz isso não consegue voltar. O Pixote é isso, beijo me liga”, disse o bem-humorado líder do grupo.

Passar 25 anos juntos sem trocar integrantes é algo praticamente impossível no mundo da música. Dodô e companhia explicaram que o respeito entre eles sempre esteve acima de tudo, mesmo quando divergiam em opiniões.

“Sem demagogia, a gente briga é para o bem do grupo, somos administradores de nossa carreira. Antigamente éramos novos e tinha gente oportunista que nos decepcionaram em algumas coisas da nossa carreira. Um tem uma opinião e outro tem outra, chegamos numa conclusão e vamos embora”, ressaltou.

O vocalista da banda vê o cenário da música brasileira atualmente como foi com o pagode na década de 1990, com muitos grupos surgindo para se aproveitar da explosão do estilo. Se hoje o sertanejo conta com duplas surgindo em cada esquina, naquele tempo, as bandas de pagode faziam o mesmo.

“A gente veio de uma raiz e soubemos cuidar. Sempre teve preconceito com o pagode. O Raça Negra foi um dos precursores. O Luiz Carlos trouxe um outro ritmo e surgiram diversos grupos. É uma bola de meia enorme, teve uma época de modinha. Todo mundo queria ser pagodeiro, isso tem momentos. O sertanejo tem esse momento, com muitas duplas surgindo, mas não teve mais aquele cuidado com o sertanejo original”, concluiu.

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